Pequenez foi a palavra que o Papa Francisco escolheu para marcar o Natal de 2021. Enquanto vamos atrás de poder, sucesso, visibilidade e força, Jesus vem ao mundo para indicar o caminho contrário, feito de humildade, ternura e serviço. Em sua homilia, o Pontífice fez também um forte apelo em prol dos trabalhadores.
1. Aproximando-se o Ano Novo, desejo apresentar as minhas respeitosas saudações aos Chefes de Estado e de Governo, aos responsáveis das Organizações Internacionais, aos líderes espirituais e fiéis das várias religiões, aos homens e mulheres de boa vontade. ( leia mais )
Neste tempo de sofrimento, de incerteza, de solidão e angústia, a cada um de vós e a vossas famílias, aos enfermos e àqueles que os cuidam, chegue da Gruta de Belém o anúncio que traz a alegria e a paz às nossas casas, esperança aos nossos corações e salvação ao mundo inteiro.
O Evangelho, Jo 1,6-8.19-28, fala da luz testemunhada por João Batista. Como a fama de João era muito grande e multidões o procuravam e seguiam-no no deserto, os judeus de Jerusalém enviaram emissários para perguntar quem era ele, se seria o Messias. E ele responde: “Eu sou a voz que grita no deserto”. O Espírito do Senhor está sobre nós, nos ungiu para levarmos luz, esperança, vida, para levarmos a Palavra que salva, ilumina, aquece e liberta!
Ao celebrar “uma das maravilhas da história da salvação”, disse Francisco no Angelus desta terça-feira (8), compreendemos que o ser humano é criado por Deus para a santidade, como a Virgem Maria, livre do pecado e cheia de graça. Na Solenidade da Imaculada Conceição, o Papa convidou a percorrer desde hoje um caminho de conversão, estando abertos à graça: “digamos de uma vez por todas ‘não’ ao pecado e ‘sim’ à graça”.
Na tarde de terça-feira (18/12) foram celebrados, Praça São Pedro do Vaticano, os 200 anos da canção natalina “Noite Feliz” executada pela associação folclórica “Schützen Tiroler”